Não há como não pensar na crise, mas…

Vamos sair do lugar da vítima?

Esse é um convite que faço a quem, assim como eu, lamenta e sofre os efeitos da crise que afeta economicamente, politicamente e socialmente o país.

Temer o que pode estar por vir é natural em um contexto como esse pelo qual passamos, mas precisamos sair da posição passiva na qual ora ou outra podemos nos colocar, realizar algumas análises importantes, e estabelecer estratégias.

Pense no seguinte, se você está em uma posição confortável ou razoável hoje, e permanece estagnado, seja por receio da crise ou por comodismo causado por outros fatores, onde você estará posicionado em cinco anos? Pense que você tem as melhores competências, mas enquanto está estagnado aguardando o fim da crise, há quem esteja agindo ou se preparando fortemente para mover-se, como em um tabuleiro de xadrez, fazendo os movimentos necessários e prevendo os movimentos do oponente para chegar ao xeque-mate. Agora se pergunte novamente onde você, que tem as competências ideais para estar onde está hoje, poderá chegar nos próximos cinco anos.

Você já conheceu um Datilógrafo, ou uma Telefonista? A depender da sua idade, talvez nunca tenha ouvido falar, mas essas profissões existiram, e de uma hora para outra já não se faziam necessárias no mercado. Será que a sua profissão seguirá pelo mesmo destino? A que sinais você precisa estar atendo para perceber algo nesse sentido? E para quem está ainda na fase de escolhas profissionais, precisa se preocupar com isso?

Alguns produtos que eram muito comuns no mercado há cerca de 10 – 15 anos, também simplesmente deixaram de existir, e algumas empresas que não se reinventaram sofreram com isso – Kodak. Fitas k7, fitas de vídeo, vídeo locadora, filmes para máquina fotográfica, procure alguns desses produtos no Sam’s Clube ou Carrefour.

Por isso meu convite para agir, pausar as lamentações e pensar um pouco mais. A preocupação excessiva cria barreiras, e a mídia não para de falar do quão ruim está a situação, do número crescente de desempregados, da inflação, etc.

Ao invés de pensar em se preparar para a crise, que tal pensar em se prepara para depois da crise? Aqueles que ficarem para trás correm o sério risco de se tornarem Datilógrafos da FujiFilm.

“Como fazer isso, Stéfani?”

“Será que consigo?”

“Não tenho capital, como produzir?”

“Tenho mil ideias, mas será que elas podem dar certo?”

“Estou desempregado, preciso pensar em agora, na crise, mas como aproveitar meu tempo com um futuro tão incerto?”

“Investir na empresa onde estou ou cogitar trocar de empresa?”

“Estudar para concurso ou empreender?”

Esses são questionamentos que podem surgir, e é bom que eles venham e que sejam bem aproveitados – diria que esse seria um bom começo.

Contudo, pode chegar o ponto em que faltam respostas, ou pior, faltam perguntas. Esse seria um momento interessante para buscar alguma referência com experiência ou uma assessoria para auxiliá-lo a realizar as melhores escolhas.

Stéfani Martins Pereira

Psicóloga CRP 16/2818 e Orientadora de Carreira

(27) 99964-8180

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