Sobre a Profissional

Seja bem-vindo à minha página.

Sou Stéfani Martins Pereira, psicóloga, e espero contribuir com vocês, compartilhando um pouco do conteúdo ao qual me dedico a estudar, e também com algumas vivências e aprendizados que desenvolvi ao longo da minha vida.

Formada em psicologia desde 2010, estudei Acupuntura e Medicina Chinesa logo após me formar. Comecei, ainda em 2010, a trabalhar na área de Recursos Humanos, e nessa área adquiri grande parte da minha experiência em psicologia. Em 2016, concluí uma pós graduação em Administração de Empresas pela FGV, onde tive a oportunidade de desenvolver habilidades na área organizacional e de negócio. Também em 2016, tendo em vista minha paixão em atuar com orientação de carreira, investi na formação de Professional Coaching Certification, pela Sociedade Latino Americana de Coaching. Em 2017 iniciei uma formação em Psicologia e Sexualidade, a fim de complementar meu olhar para  as questões relacionadas ao sexo e à sexualidade, e poder aprimorar o atendimento aos clientes com esse tipo de demanda. Hoje (2020) curso Mestrado em Psicologia Institucional e me dedico a pesquisar uma Negritude e clínica em grupo com mulheres.

Sou uma apaixonada pelo estudo das ciências humanas em geral, como direitos humanos, filosofia, sociologia, isso sem deixar de me atualizar em relação à minha atuação em psicologia.

Sinto-me lisonjeada em ser lida por você, compartilhando meus olhares e inquietações.

 Decidi que trabalharia com pessoas desde muito cedo, ainda ao 16 anos, quando entrei na faculdade. Confesso que na época, não tinha a menor ideia da área que escolheria, mas me direcionei para a psicologia pela convicção de que eu queria ajudar as pessoas a viverem melhor.

Eu já tinha um olhar crítico desenvolvido, como os adolescentes, e aos 16 anos eu achava que mudaria o mundo. Eu queria que as pessoas vivessem bem em suas relações familiares, ainda que com arranjos e rearranjos diferentes. Sonhava em trabalhar com adolescentes rebeldes e usuários de drogas. Também ficava comovida com os trabalhadores que adoeciam devido o próprio contexto laboral, e cheguei a realizar um trabalho com Agentes Comunitárias de Saúde em um bairro de periferia de Vitória/ES. Sonhei muito com o mundo acadêmico, fui monitora de disciplinas, produzi artigos científicos, participei de grupos de estudo. E o encantamento com a atuação em Psicoterapia, nem se fala. Participei de projetos de extensão em Clínica e Psicodiagnóstico, estágios. Também me engajei fortemente na área de Saúde Mental, atuando com pessoas com doenças mentais e trabalhei auxiliando-os em sua adaptação às loucuras da sociedade.

(Farei um post contando mais sobre tantos sonhos).

Enfim, foram cinco anos de graduação muito intensos, em que tenho certeza que aproveitei o máximo que pude. Mas comecei muito nova, e houve aquele momento em que comecei a amadurecer, e percebi que precisava focar mais. Percebi isso com um “não” em um processo seletivo, que veio de uma forma que me incomodou muito.

Fui participar de um processo seletivo para estágio em psicologia organizacional, participei de uma dinâmica de grupos, em que no final, junto aos demais estudantes que pleiteavam a vaga, a condutora do processo seletivo externou a todos que eu não tinha perfil para RH. Eu ‘envermelhei’ na hora, sentindo um misto de sentimentos e emoções de todo o tipo. Ela dizia que eu não tinha ‘perfil’ para trabalhar com recursos humanos, eu que tinha escolhido o campo da psicologia, e estava ali para conhecer uma nova área de atuação, a organizacional, não tinha ‘perfil para RH’.

Esse foi o incômodo que me despertou o desejo em focar nessa área. E trabalhei arduamente para exercer uma atuação transformadora na área de Gestão de Pessoas. O fato é que de todas as áreas que tive a oportunidade de conhecer (e sou muito grata por isso), a área empresarial foi onde percebi maior despreparo, e onde mais teria tanto a contribuir.

Em 2014, ainda trabalhando na área de Gestão de Pessoas de uma empresa, subloquei uma sala para começar a me lançar fora da empresa, ainda não sabia muito como, mas pensava algo em consultorias, desenvolvimento de lideranças, etc.

Assim a atuação clínica em consultório tem início. Primeiramente com trabalhos com grupos de desenvolvimento profissional e coaching. Em seguida, orientação profissional com adolescentes. As famílias foram se aproximando, e comecei a estudar com “terapias familiares” e com casais.

Foi nesse ponto que decidi que precisava estudar sobre Sexualidade e Gênero. Fui buscar uma pós graduação.

A partir dessa pós em sexualidade, decidi passar por uma transição de carreira, e me dedicar à atuação com a clínica no consultório. Foi um período longo de transição, pois estava em uma posição muito privilegiada e de muitas responsabilidades como Coordenadora de RH.

Aconteceu.

Hoje, tenho meu espaço de consultório, onde atendo a grupos, psicoterapia individual e familiar.

Também estudo mestrado em Psicologia Institucional e pesquiso sobre clínica em grupo com Mulheres Negras.

Stéfani Martins Pereira

Psicóloga (CRP 16/2818)


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